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Mostrando postagens de setembro, 2013

AGRADECIMENTO e PARABÉNS AOS TRABALHADORES (AS) E AOS JOVENS

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A PASTORAL OPERÁRIA agradece de coração a sua presença no Grito dos Excluíd@s 2013, importante espaço de busca do transparecer dos anseios sociais do povo de Deus, onde o desejo de quem se faz presente cristaliza a vontade de lutar por uma independência real, desejo merecido e clamado por toda Classe Trabalhadora. CLASSE TRABALHADORA essa, bem representada por cada um e uma, trabalhador (a), por cada jovem, enfim, por cada filho e filha de Deus que se encorajou do Divino direito racional de participar diretamente do Grito dos Excluídos 2013; que se fez honrosamente parte da feliz nata social, extraída de tod@s que ficaram paralisados diante a simbolização duma independência irreal que passava a sua frente, através dum desfile cívico rico duma beleza que tem como reflexo cotidiano um retrato pobre, pois o que se vê mais é injustiça, insegurança, corrupção, uma não liberdade ou simplesmente o sentimento de que não se traduz em verdade, porque socialmente está longe dum almejante BE...

GRITO DOS EXCLUÍDOS 2013

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Na certeza de que grande parte do povo de Deus, num certo deserto, vive a clamar em silêncio por justiça, segurança, igualdade e paz, como também por uma real independência; Na certeza de que podemos transformar estes silenciosos clamores sociais num só coletivo Grito, capaz de zunir ou ecoar forte na consciência daqueles que, confiados por nós, tem o poder material de, com o suor da classe trabalhadora, fazer o Novo acontecer; A PASTORAL OPERÁRIA convida você, trabalhador e trabalhadora; você jovem, florida esperança de um amanhã bem próximo; a participar do Grito dos excluídos 2013, que numa diversidade de dioceses, pelo Brasil afora, acontece nesta semana da pátria.

Viva o trabalhador!!!!!!!!!!!!!

Viva o guerreiro sonhador, o Operário / Que não se curva a um indigno salario / E aos árduos calos sofridos por sua profissão / Que em certas lutas só ele é o lado sofrido e suado / Que vai de encontro ao monstro antissocial, desigual e malvado / Que gera dor, desamor, fome, sede, exclusão; Viva o trabalhador do campo e da cidade / Por sobreviver a tanta injustiça, descaso, calamidade / Tristes reflexos do monstro corrupção / Monstro que pisoteia direitos que vão do idoso a criança / Que é um rolo compressor pra toda ou qualquer esperança / Ou sem dó e piedade fere de corpo e alma a nação; Viva o humilde servo trabalhador / Que sobrevive ao não respeitado valor / Que consegue viver bem na social desigualdade / Mas sem jamais se acovardar para outro dia / Que não se entrega a indecência de má companhia / E assim consegue viver humildemente em fraternidade Valdez Belo