Postagens

Mostrando postagens de dezembro, 2017

INDESEJÁVEL INDIGNAÇÃO

Eu não me iro por ser pobre Mas me indigno com essa situação Ainda vê pobre se achar escravo Dum corrupto sem alma e coração Um pobre por ser honesto, eleitor Achar que deve votos por mero favor A um "político" covarde e ladrão Me indigno com a "inocência" Difícil de se ter explicação Como sempre se votar num pilantra Que repete mesma enganação Prometer o mundo e o fundo E sendo cada vez mais imundo Sem respeitar os direitos do povão Me indigno com a facilidade Que o pobre tem de esquecer Dum último voto lá na urna dado Pra um "político" de novo se reeleger E passar mais 4 anos o ignorando Da sua cara rindo e zoando Preocupado só em propinas e poder Me indigno com a inconsciência Ou a inexplicável cegueira Da pessoa que se julga inteligente Sem enxergar essa seboseira Toda cruel maldade golpista Que tanto feri nossa classe trabalhista E toda pobre nação brasileira Valdez Belo
As vezes fico pensando Sem acreditar ser verdade Que essa corja golpista Seja tão cruel em maldade Regredir a história do Brasil  A séculos de antiguidade Pra trás lá da era Vargas Onde CLT era irrealidade E querer ainda bem mais Pra lascar a sociedade Levar a pobre aposentadoria Pra 140 anos de idade Pois segundo o Sr Temer O povo terá tal longevidade O Brasil será um País de múmias Vivas e sem lei e liberdade Miséria se verá por todo canto E pobres clamando piedade Esse é o Brasil que projetam Essa turma golpista e covarde Valdez Belo

POSSÍVEL PENSAMENTO GOLPISTA, HOJE!

Hoje vai ser mais difícil De enganar o trouxa eleitor Mas a situação que vivia Dependia de agir sem pudor Sem escrúpulo e piedade Sem receio de ferir a sociedade Gerando essa onda de horror Mas quero que o tal pobre Viva mesmo é lascado, fudido Sem nenhum direito social E com todo sonho perdido Pra comer do que eu lhe der Como um nato bobão, zé mané Que a mim tem que tá vendido E como já tava até se achando Viajando "conosco" em avião Frequentando nossos restaurantes E já tendo na garagem carrão Tirando onda na universidade Se enxirindo entre a alta sociedade Já além de um mero pobretão Tava mesmo na hora de freiar Os avanços dessa classe ralé Botar ela no seu excludente lugar Forçando-lhe a uma brusca marcha ré E sugando toda sua melhoria Manter minha velha cruel garantia De fazer com ela o que bem quiser Acho que o meu eleitor Não é difícil de ser enganado Principalmente aquele besta Que se diz por mim apaixonado Escravo da minha infalível demagogia Que a otarice ...
Parece que não tem jeito De me livrar dessa situação Todo dia digo vai ser hoje Que me livro dessa maldição Postar sobre esses traidores Que só geram tristeza e dores No seio do pobre povão Mas é muito difícil calar Vendo acabarem com o Brasil Maltratar sem dó o seu povo Pobre gente, humilde, Varonil Somente pra com o mal defender Dinheiro, mordomias, injustiça, poder Tudo que a corrupção construiu A clareza que agem assim Todo o perverso ser golpista Tá nos votos pela terceirização E também na Reforma trabalhista Em querer essa da Previdência Sem importar a cruel consequência E toda retirada de conquista Em apoiar um governo imoral Que sonhos sociais tá matando Mexendo mal da saúde a educação Com verbas diminuindo ou tirando Dando fim a programas sociais De reflexos brilhantemente legais E assim o futuro do País minguando Tudo com o aval dos golpistas Com seus podres votos negociáveis Que "valorizados" como querem Deixa os anseios sociais d...
SER GENTE "Ser gente? É muito mais que falar! Ser gente? É muito mais que ouvir! Ser gente? É muito mais que calar! Ser gente? É ver o bem social florir! Ser gente? É o mal buscar enxergar! Ser gente? É ir bem além do sentir! Ser gente? É do bem não se separar! Ser gente? É ser forte, nunca desistir! Ser gente? É na sua pessoa acreditar! Ser gente? É a verdade e a Paz construir! Ser gente? É agora ajudar transformar, A reconstruir o Brasil da gente" Valdez Belo
SE IMAGINE COM 140 ANOS Imagine-se um jovem hoje Acima dos 20 anos de idade Sem perspectiva de futuro Vitima duma politicagem covarde Buscando o primeiro emprego Fugindo da marginalidade E seus pais clamando aos céus Pra te darem oportunidade Sofrendo dores antissociais Dessa corja atual congressista Que vive de negociar votos  Pra ferir toda social conquista Como os votos pela terceirização E os na reforma trabalhista Agora pra deforma da Previdência E os pela impunidade golpista No caso, sendo jovem hoje  Sem estudo e onde trabalhar Com essas deformas cruéis  Criadas pra direitos sociais acabar  Talvez só mesmo com 140 anos Seja possível tu se aposentar Se a temerosa profecia tiver certa E como múmia vier lá chegar Jamais pode ser normal  Essa livre e espontânea pressão Pra aprovar a deforma da previdência Com ameaça de severa punição Uma forma de intimidar os aliados Dum governo anti pobre e nação Que tem pro Brasil projetos...