INDESEJÁVEL INDIGNAÇÃO
Eu não me iro por ser pobre Mas me indigno com essa situação Ainda vê pobre se achar escravo Dum corrupto sem alma e coração Um pobre por ser honesto, eleitor Achar que deve votos por mero favor A um "político" covarde e ladrão Me indigno com a "inocência" Difícil de se ter explicação Como sempre se votar num pilantra Que repete mesma enganação Prometer o mundo e o fundo E sendo cada vez mais imundo Sem respeitar os direitos do povão Me indigno com a facilidade Que o pobre tem de esquecer Dum último voto lá na urna dado Pra um "político" de novo se reeleger E passar mais 4 anos o ignorando Da sua cara rindo e zoando Preocupado só em propinas e poder Me indigno com a inconsciência Ou a inexplicável cegueira Da pessoa que se julga inteligente Sem enxergar essa seboseira Toda cruel maldade golpista Que tanto feri nossa classe trabalhista E toda pobre nação brasileira Valdez Belo