MINGUA VIDA e PRECOCIZA MORTE
Como pode um dito humano
Causar dor, sofrimento, desengano
A um próximo, semelhante, irmão
Que igual é dependente de Pão
Pra manutenção de sonhos e vidas
Do saciar da fome de sua cria querida
Pra qual jamais deveria faltar o sustento
Como o Mar sempre tem ondas, sal e o vento
A quentura do sol e a frieza dum lual
A harmonia dum conjunto perfeito, legal
Presente infinito da Mãe Natureza
Banhado de charme, vislumbre, beleza
Bem diferente das trevas ou escuridão
Das injustiças, não direitos, exclusão
Das tristezas geradas por um corrupto ser
Que mingua a vida e precociza o morrer
Ou na fria covardia, antissocial, de um falso insano
Desconhece o racional pra se tornar desumano
Valdez Belo
Causar dor, sofrimento, desengano
A um próximo, semelhante, irmão
Que igual é dependente de Pão
Pra manutenção de sonhos e vidas
Do saciar da fome de sua cria querida
Pra qual jamais deveria faltar o sustento
Como o Mar sempre tem ondas, sal e o vento
A quentura do sol e a frieza dum lual
A harmonia dum conjunto perfeito, legal
Presente infinito da Mãe Natureza
Banhado de charme, vislumbre, beleza
Bem diferente das trevas ou escuridão
Das injustiças, não direitos, exclusão
Das tristezas geradas por um corrupto ser
Que mingua a vida e precociza o morrer
Ou na fria covardia, antissocial, de um falso insano
Desconhece o racional pra se tornar desumano
Valdez Belo
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