Não é facio morrer de arrependimento
Se fosse não faltaria na vida tragico momento
Pra muita gente até vivo se enterrar
Pois por mais que sentisse um golpe se tramar
Teimaria em não querer acreditar
Que de forma covarde se ignore a luta duma consciente gente
De Mártires que doaram suas vidas por um país diferente
Por uma politica menos cruel e incompetente
Por governos menos exterminadores de direitos sociais
Contra golpes politicos, burgueses, de seres desiguais
De politicos que sé apossam do dinheiro alheio e do poder
Pra fazer "seu próximo" a si se humilhar e sofrer
Amargando as dores do desemprego e de um salario misero em reais
E é assim que projetam toda sua covarde malvadeza
Sem importar se quem mais sofrerar com toda essa safadesa
É quem já vive de muito excluído
Sobrevivendo no dia-a-dia as dores sociais dum país corrompido
Tomado por todo tipo de politiqueiro bandido
A partir de corruptos que "amam a miséria e odeiam a pobreza"
Que constrói cada vez mais suas mordomia e toda riqueza
Sugando o suor porreta do aguerrido ser pobre
Além do seu sangue, valioso, de um trabalhador nobre
E seu racional valentismo refletirem num arduo sentimento
Ser tratado como animal quadruple, um pobre jumento
Sendo ele, pobre humano, transformador dos cenários de esperança
A certeza de que só com união se constrói mudança
Pois de fato, só o pobre povo que constrói todo novo momento
Valdez Belo
Se fosse não faltaria na vida tragico momento
Pra muita gente até vivo se enterrar
Pois por mais que sentisse um golpe se tramar
Teimaria em não querer acreditar
Que de forma covarde se ignore a luta duma consciente gente
De Mártires que doaram suas vidas por um país diferente
Por uma politica menos cruel e incompetente
Por governos menos exterminadores de direitos sociais
Contra golpes politicos, burgueses, de seres desiguais
De politicos que sé apossam do dinheiro alheio e do poder
Pra fazer "seu próximo" a si se humilhar e sofrer
Amargando as dores do desemprego e de um salario misero em reais
E é assim que projetam toda sua covarde malvadeza
Sem importar se quem mais sofrerar com toda essa safadesa
É quem já vive de muito excluído
Sobrevivendo no dia-a-dia as dores sociais dum país corrompido
Tomado por todo tipo de politiqueiro bandido
A partir de corruptos que "amam a miséria e odeiam a pobreza"
Que constrói cada vez mais suas mordomia e toda riqueza
Sugando o suor porreta do aguerrido ser pobre
Além do seu sangue, valioso, de um trabalhador nobre
E seu racional valentismo refletirem num arduo sentimento
Ser tratado como animal quadruple, um pobre jumento
Sendo ele, pobre humano, transformador dos cenários de esperança
A certeza de que só com união se constrói mudança
Pois de fato, só o pobre povo que constrói todo novo momento
Valdez Belo
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