SÓ DEPENDE DE NÓS!
O Brasil vive um momento
De perversa revolta antissocial
Onde sua cambada corrupta
Da triste política nacional
Quer jogar nas costas do povo
Os reflexos da corrupção imoral
Que feri a míngua a nação
Bota a sociedade na contra mão
Desde os tempos de cabral
Só que duns tempos pra cá
Rogando a Deus caridade
O povo clama por Justiça
Contra esse povinho covarde
Politiqueiro, corrupto, bandido
Que do povo não tem piedade
Pois feri sem dó seu seio sofrido
Que de muito já é excluido
Vitima da social desigualdade
Já tá por demais imoral
Tamanha e violenta situação
Na qual se encontra o Brasil
Tomado pela orquestração
De uma corja cruel e perversa
"Sem alma, pudor, coração"
Que de todo mal social é capaz
Por ser covarde, falsa, sagaz
Um carma no viver do povão
O pobre povo brasileiro
Não merece tanta injustiça
Sofrer essa podridão política
"Que tá uma gigante carniça"
Com atos bem frios, calculistas
De quem só vislubra a cobiça
Se perpetuando a força no poder
"Pra o sangue do povo beber"
Acima da "suprema justiça"
Se o povo tá desacreditado
O porque tá bem transparente
Seja na selvageria do Congresso
Seja no temeroso presidente
Nas tiradas de direitos sociais
E em cada reformas indecente
No fim de programas importantes
Na corrupção nunca vista antes
Na justiça que julga parcialmente
Mas essa cruel realidade
Só o povo pode mudar
A solução tá em suas mãos
Só basta querer aplicar
A partir da união contra os vermes
Que em Brasília tão a lesgislar
Menos pelo povo e mais para si
Fazendo chorar ao invés de ri
Quem perdeu o direito de sonhar
Só basta o povo ir as ruas
E nas urnas caras novas eleger
Dignificar sua condição racional
Fazer essa cambada se fuder
Dá um fim as suas atrocidades
Não os deixando se reeleger
Só assim acaba essa desgraceira
Toda essa corja traiçoeira
Que muito faz nosso povo sofrer
Valdez Belo
O Brasil vive um momento
De perversa revolta antissocial
Onde sua cambada corrupta
Da triste política nacional
Quer jogar nas costas do povo
Os reflexos da corrupção imoral
Que feri a míngua a nação
Bota a sociedade na contra mão
Desde os tempos de cabral
Só que duns tempos pra cá
Rogando a Deus caridade
O povo clama por Justiça
Contra esse povinho covarde
Politiqueiro, corrupto, bandido
Que do povo não tem piedade
Pois feri sem dó seu seio sofrido
Que de muito já é excluido
Vitima da social desigualdade
Já tá por demais imoral
Tamanha e violenta situação
Na qual se encontra o Brasil
Tomado pela orquestração
De uma corja cruel e perversa
"Sem alma, pudor, coração"
Que de todo mal social é capaz
Por ser covarde, falsa, sagaz
Um carma no viver do povão
O pobre povo brasileiro
Não merece tanta injustiça
Sofrer essa podridão política
"Que tá uma gigante carniça"
Com atos bem frios, calculistas
De quem só vislubra a cobiça
Se perpetuando a força no poder
"Pra o sangue do povo beber"
Acima da "suprema justiça"
Se o povo tá desacreditado
O porque tá bem transparente
Seja na selvageria do Congresso
Seja no temeroso presidente
Nas tiradas de direitos sociais
E em cada reformas indecente
No fim de programas importantes
Na corrupção nunca vista antes
Na justiça que julga parcialmente
Mas essa cruel realidade
Só o povo pode mudar
A solução tá em suas mãos
Só basta querer aplicar
A partir da união contra os vermes
Que em Brasília tão a lesgislar
Menos pelo povo e mais para si
Fazendo chorar ao invés de ri
Quem perdeu o direito de sonhar
Só basta o povo ir as ruas
E nas urnas caras novas eleger
Dignificar sua condição racional
Fazer essa cambada se fuder
Dá um fim as suas atrocidades
Não os deixando se reeleger
Só assim acaba essa desgraceira
Toda essa corja traiçoeira
Que muito faz nosso povo sofrer
Valdez Belo
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