Após 4 derrotas seguidas
Pelo poder político do Brasil
A ira da elite burguesa
Pras suas cabeças subiu
E se tinham pavor de pobre
O vendo em seu meio nobre
Logo selvagemente agiu
E uniram-se pra dar esse golpe
Pra a força o poder tomar
E implantar esse projeto sujo
Cruel, covarde, anti-popular
Que tira e fere direitos sociais
Através de reformas banais
Que só fazem o País afundar
Não tão nem aí pro povo
Querem nossa gente fudida
Amargando as dores desse golpe
E dessa reforma bandida
Essa tal deforma trabalhista
Que fere e extermina conquistas
E deixa a pobreza mais ardida
E cada passo desse golpe
É mais frio, perverso e covarde
Pois tira de quem já não tem
Sem a mínima dó ou piedade
Pra cobrir os crimes de corrupção
De todo político podre, ladrão
Que gozam da impunidade
E parece que tá sem jeito
A coisa tá cada vez mais feia
Pois muitos a frente desse golpe
Deveriam é está na cadeia
Mas seus crimes cruéis e terríveis
Só pro povo não são invisíveis
Pois mínguam a pobre vida alheia
Como era de se esperar
Com essa deforma escravista
Já começa a forte pressão
Da patronal elite capitalista
Que quer a força e logo aplicar
As percas que nessa deforma está
Pra minguar a classe trabalhista
Não dá pra o povo engolir
Tão triste e cruel imoralidade
Ver nosso amado Brasil Varonil
Tomado pela impunidade
Atolado na podre corrupção
Dum monte de "político" ladrão
Zoando com a sociedade
Se o povo não acordar e agir
Pra dar um basta nesta zorra
Tirando destes golpistas o poder
"Pra botar moral nessa porra"
O Brasil vai ainda mais se afundar
Mais conquistas históricas irão apagar
E da Democracia ficará só a borra
Mas também se precisa ter
Uma justiça justa, igual, verdadeira
Sem tantos personagens parciais
De atos que mais fedem que cheira
Muito mais contrários à verdade
Que contribuem pra essa impunidade
Da podre corja corrupta brasileira
Valdez Belo
Pelo poder político do Brasil
A ira da elite burguesa
Pras suas cabeças subiu
E se tinham pavor de pobre
O vendo em seu meio nobre
Logo selvagemente agiu
E uniram-se pra dar esse golpe
Pra a força o poder tomar
E implantar esse projeto sujo
Cruel, covarde, anti-popular
Que tira e fere direitos sociais
Através de reformas banais
Que só fazem o País afundar
Não tão nem aí pro povo
Querem nossa gente fudida
Amargando as dores desse golpe
E dessa reforma bandida
Essa tal deforma trabalhista
Que fere e extermina conquistas
E deixa a pobreza mais ardida
E cada passo desse golpe
É mais frio, perverso e covarde
Pois tira de quem já não tem
Sem a mínima dó ou piedade
Pra cobrir os crimes de corrupção
De todo político podre, ladrão
Que gozam da impunidade
E parece que tá sem jeito
A coisa tá cada vez mais feia
Pois muitos a frente desse golpe
Deveriam é está na cadeia
Mas seus crimes cruéis e terríveis
Só pro povo não são invisíveis
Pois mínguam a pobre vida alheia
Como era de se esperar
Com essa deforma escravista
Já começa a forte pressão
Da patronal elite capitalista
Que quer a força e logo aplicar
As percas que nessa deforma está
Pra minguar a classe trabalhista
Não dá pra o povo engolir
Tão triste e cruel imoralidade
Ver nosso amado Brasil Varonil
Tomado pela impunidade
Atolado na podre corrupção
Dum monte de "político" ladrão
Zoando com a sociedade
Se o povo não acordar e agir
Pra dar um basta nesta zorra
Tirando destes golpistas o poder
"Pra botar moral nessa porra"
O Brasil vai ainda mais se afundar
Mais conquistas históricas irão apagar
E da Democracia ficará só a borra
Mas também se precisa ter
Uma justiça justa, igual, verdadeira
Sem tantos personagens parciais
De atos que mais fedem que cheira
Muito mais contrários à verdade
Que contribuem pra essa impunidade
Da podre corja corrupta brasileira
Valdez Belo
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