O tal empregado pobre
Que se propõe ser babão
É fraco, covarde, seboso
Sem alma, caráter, coração
É uma criatura abominável
A pura imagem do cão
Ele não mede distância
Pra ferrar "seu companheiro"
É frio, falso, e até perverso
Um Ser por demais traiçoeiro
Uma pessoa que se faz malvada
Por uma migalha de dinheiro
Pra ele não importa o outro
Se na sua mesa faltará o Pão
Se sofrerá com o triste desemprego
Se sua Família passará aflição
Pois pra ele o que somente importa
É pra o patrão ser bomzão
É um puxa saco imoral
"Um pobre trabalhador doente"
Uma criatura seca, anticristã
Um "pobre" empregado inconsciente
Um ser impiedoso, desumano
Que ignora o próximo como gente
O babão é um ser descarado
Que faz questão de aparecer
Mas que busca brilho com maldade
Fazendo trabalhadores sofrer
Prejudicando a vida de colegas
Os fazendo emprego perder
Essa criatura faz questão
De se transparecer insensível
De fazer da capacidade do outro
Uma verdade invisível
Isso aos olhos do seu patrão
Que só tem à ele visível
Essa tal infeliz criatura
Que vive de babar patrão
Muitas vezes ao deixar a empresa
Carrega a pexa de ladrão
Sai mais sujo que puleiro de Pato
Sem moral, respeito, razão
É um ser carente de reza
É um ser miserável, sem Luz
É um ser ralé, vergonhoso
É um ser maligno, só de cruz
É um ser que precisa de oração
É um ser não crente em Jesus
Valdez Belo
Que se propõe ser babão
É fraco, covarde, seboso
Sem alma, caráter, coração
É uma criatura abominável
A pura imagem do cão
Ele não mede distância
Pra ferrar "seu companheiro"
É frio, falso, e até perverso
Um Ser por demais traiçoeiro
Uma pessoa que se faz malvada
Por uma migalha de dinheiro
Pra ele não importa o outro
Se na sua mesa faltará o Pão
Se sofrerá com o triste desemprego
Se sua Família passará aflição
Pois pra ele o que somente importa
É pra o patrão ser bomzão
É um puxa saco imoral
"Um pobre trabalhador doente"
Uma criatura seca, anticristã
Um "pobre" empregado inconsciente
Um ser impiedoso, desumano
Que ignora o próximo como gente
O babão é um ser descarado
Que faz questão de aparecer
Mas que busca brilho com maldade
Fazendo trabalhadores sofrer
Prejudicando a vida de colegas
Os fazendo emprego perder
Essa criatura faz questão
De se transparecer insensível
De fazer da capacidade do outro
Uma verdade invisível
Isso aos olhos do seu patrão
Que só tem à ele visível
Essa tal infeliz criatura
Que vive de babar patrão
Muitas vezes ao deixar a empresa
Carrega a pexa de ladrão
Sai mais sujo que puleiro de Pato
Sem moral, respeito, razão
É um ser carente de reza
É um ser miserável, sem Luz
É um ser ralé, vergonhoso
É um ser maligno, só de cruz
É um ser que precisa de oração
É um ser não crente em Jesus
Valdez Belo
Comentários
Postar um comentário