A tal da desigualdade social brasileira / Que forma uma pobre injustiçada fileira / Parece um carma normal e comum / Enquanto poucos abusam da mordomia por ter muito / Quem tem pouco vive a penar num viver sem algum / E esses poucos que usufruem de absurdos diretos / São os mesmos que de outros comuns fazem propostas eleitorais e de pleitos / E o pior, aqueles que na constituinte de 1988 tá lindo, humano e perfeito / Mas que muitos do povo sofridos, aqui acolá, tem alguém sem nenhum
Valdez Belo
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