PAIXÃO INFANTIL
Certo dia uma criança
Chamada de Cebolinha
Chamada de Cebolinha
Viveu uma paixão infantil
Por uma das coleguinhas
Que por sinal estudava
Lá na sua escolinha
Todo dia ele acordava
Cheio de ansiedade
Doidin que chegasse a hora
De ir pra escola a tarde
Pra vê sua paixãozinha
E matar sua saudade
Ele sofreu um bocado
Sem saber o que fazer
Pra que sua coleguinha
Pudesse reconhecer
Que sua amizadezinha
Era paixão de doer
Doía nas brincadeiras
Quando á menina caia
Doía na sala de aula
Se tarefa ela não sabia
Doía no fim das aulas
Quando a menina partia
Pior era as sextas feiras
Que o fim de semana chegava
Se não tinha pra onde ir
O mesmo se arrastava
Quanto mais coisa fazia
Mais segunda se afastava
Mas teve um certo dia
Que tudo isso mudou
Cebolinha de repente
Calou, parou e pensou
Vou dá um plesente a ela
Não sei o que, mas eu dou
E continuou caminhando
Procurando algo vê
Pra dá algo a Magali
É complicado escolher
Por que o que ela gosta
Só é brincar e comer
Contente no caminhar
Cebolinha vê um casal
Uma moça bem bonita
Com um cara intelectual
Ele entregando-lhe flores
E ela achando legal
já sei, disse cebolinha
Cun qui vô plesenteá
A minha bela Magali
Lindas floles eu vô dá
E como essa moça gostô
Ela também vai gostá
Daí seguiu seu destino
Certo do que ia comprar
E novamente o menino
Jamais esperava encontrar
Um rapaz com um moe de flor
A outra moça entregar
Ele disse: - tá danado
Também frô eu num dô mais
Vô passá na padalía
E gastá meus dois leais
Vou complá todo de pão
Pla ela e pla seus pais
Assim que Magali viu Cebolinha
E os olhos dela brilhava
Igual uma luz candente
Será que essa paixão repentina
Partiu do seu coração
Ou será que do estômago
Ao vê o saco de pão
Prá Cebolinha a resposta é difícil
Mas prá gente não é não
Cebolinha ficou feliz
Sem precisar lhe dar flor
Magali encheu o bucho
Não sei se pão traz amor
O importante é que os dois
Vão sempre se dar valor
Por uma das coleguinhas
Que por sinal estudava
Lá na sua escolinha
Todo dia ele acordava
Cheio de ansiedade
Doidin que chegasse a hora
De ir pra escola a tarde
Pra vê sua paixãozinha
E matar sua saudade
Ele sofreu um bocado
Sem saber o que fazer
Pra que sua coleguinha
Pudesse reconhecer
Que sua amizadezinha
Era paixão de doer
Doía nas brincadeiras
Quando á menina caia
Doía na sala de aula
Se tarefa ela não sabia
Doía no fim das aulas
Quando a menina partia
Pior era as sextas feiras
Que o fim de semana chegava
Se não tinha pra onde ir
O mesmo se arrastava
Quanto mais coisa fazia
Mais segunda se afastava
Mas teve um certo dia
Que tudo isso mudou
Cebolinha de repente
Calou, parou e pensou
Vou dá um plesente a ela
Não sei o que, mas eu dou
E continuou caminhando
Procurando algo vê
Pra dá algo a Magali
É complicado escolher
Por que o que ela gosta
Só é brincar e comer
Contente no caminhar
Cebolinha vê um casal
Uma moça bem bonita
Com um cara intelectual
Ele entregando-lhe flores
E ela achando legal
já sei, disse cebolinha
Cun qui vô plesenteá
A minha bela Magali
Lindas floles eu vô dá
E como essa moça gostô
Ela também vai gostá
Daí seguiu seu destino
Certo do que ia comprar
E novamente o menino
Jamais esperava encontrar
Um rapaz com um moe de flor
A outra moça entregar
Ele disse: - tá danado
Também frô eu num dô mais
Vô passá na padalía
E gastá meus dois leais
Vou complá todo de pão
Pla ela e pla seus pais
Assim que Magali viu Cebolinha
Abriu um sorriso contente
Não sei se por ele ou os pães
Se apaixonou de repenteE os olhos dela brilhava
Igual uma luz candente
Será que essa paixão repentina
Partiu do seu coração
Ou será que do estômago
Ao vê o saco de pão
Prá Cebolinha a resposta é difícil
Mas prá gente não é não
Cebolinha ficou feliz
Sem precisar lhe dar flor
Magali encheu o bucho
Não sei se pão traz amor
O importante é que os dois
Vão sempre se dar valor
( Valdez Belo )

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