PARE E REFLITA

Que mal a natureza faz por ser mal cuidada?

          A natureza vem cada vez mais sofrendo com meu triste reflexo, sendo barreiras de lixo no natural itinerário e encostas de rios, que por suas impurezas estão ficando impossibilitados de banhar minha alma e minha matéria, como também duma diversidade de outros viventes seres terrestres,. Ao contrário, parte de mim tá literalmente secando com a sede, até minhas lagrimas, devido a poluição  e extinção destes rios mais a escassez de chuvas, tão sumindo em meio a pobre sofrida esperança e a tristeza; 
          

          Será que através desta triste transparente estampa de minha falta de educação ou irracionalidade para com a natureza, onde se incluí a gigante, porém imperceptível, poluição atmosférica, não me faz ser o grande espinho que vem cruelmente penetrando em corações ou o fel que vem amargando ainda mais próximas vidas “inocentes” e sofridas, precocisando e culpando a natureza por uma cotidiana minguação e perca coletiva da minha especie e de outros seres? 

           Será que devo responsabilizar só a força da natureza pela geração de gigantescas  e desordenadas provocações catastróficas, possivelmente oriundas do meu cotidiano desrespeito com ela, desrespeito estes só lembrado na hora de recorrer a sobrenaturais forças Divina?

           O que é que eu estou fazendo ou deixando de fazer, pela ira ou não ira da mãe natureza, ou será que estas catástrofes naturais, ocorridas nos últimos tempos, nada têm a ver com uma ira ou resposta a minha falta de educação racional e desobediência sobrenatural?

            Será que ela, a Mãe Natureza, enquanto, cada vez mais busca ser beleza, com seus belos traços, suas belas correntezas da maior fonte de vidas, cansadas esperançadas, sofridas, uma a espera do pão vindo do seu suor no inverno, e ambas dum simples banho de rio externo e interno, louvável exterminador de calor e sede, seria mesmo capaz de querer uma morte coletiva de seres?

             Será que dessa fonte de riqueza natural, de alguma desumana forma, imperceptivelmente, com meus atos antissociais, mal educados e irresponsáveis, não estou sendo uma obstrução no caminho corrente da Água, fonte de luz e pureza, deixando seres tristes, em vez de contentes, por um simples querer liquido revigorador bem ausente ou a exagerada abundância hipócrita deste bem coletivo só por uns eu humano?

             Que tal se eu parar para refletir e tentar colocar em prática algo que, nem que seja o exemplo de uma só andorinha, mas que seja sinal de transformação?


(Valdez belo)


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